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A busca pela vida saudável na sociedade brasileira

No limiar do século XXI, comenta-se com frequência a respeito da saúde brasileira. Não obstante, a sociedade demonstra uma despreocupação a isso. Hodiernamente, é indiscutível que a falta de conscientização por parte do governo agrava o problema, e a persistência da temática põe em risco o corpo social. Neste contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como a ausência de atuação do governo e a desatenção da sociedade.


Em primeira análise, cabe pontuar que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema, devido à imprudência do Estado que não investe em fiscalizações nos supermercados e, por razão disso, a sociedade está diante de alimentos cancerígenos e gordurosos. Para o escritor estadunidense Philip Crosby, a lentidão para mudar normalmente significa medo novo. Com isso, é inquestionável que a demora para deliberação do problema agravou o numero de pessoas obesas e com câncer, em virtude do consumo exacerbado. Todavia o Ministério da Saúde está desatento à saúde pública do Brasil, e negligencia diante do problema; ademais, o corpo social está cada vez mais doente e sem recursos para obter uma saúde melhor.


Em segunda análise, convém ressaltar que não só parte do corpo social não tem conhecimento dos produtos que ingere, devido à falta de alertas e avisos que devem estar inseridos no rótulo dos produtos, mas também a escassez de alimentos inócuos no mercado tende a contribuir para o consumo de produtos industrializados. Na filosofia grega, o filósofo Aristóteles deixou claro que a ética é o bem-estar pessoal. De maneira análoga, percebe-se que o conceito abordado não se concretiza na contemporaneidade brasileira, uma vez que a sociedade está obesa. É notório que, sem a consciência o corpo social é um objeto de consumo para o mercado, haja vista que os produtos mais gordurosos têm os melhores sabores e, contudo, são os mais procurados.


Infere-se, portanto, que ainda há barreiras para garantir uma saúde melhor para os brasileiros. Em vista disso, o Ministério da Saúde deve, por meio de verbas governamentais, elaborar investimentos em fiscalizações no mercado, com fiscais nutricionistas, para que possa bloquear a entrada de produtos cancerígenos, como também solicitar a vinda de alimentos saudáveis, com o fim de que a sociedade não consuma produtos nocivos à saúde e desenvolva uma vida saudável. Logo, o Estado deve utilizar a mídia e propor propagandas em TV aberta, mostrando os problemas que os alimentos industrializados causam à saúde, como o câncer e a diabete, com o intuito de informar o corpo social sobre os alimentos que eles estão submetidos e influenciá-los para obter um consumo consciente.

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