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A busca pela vida saudável na sociedade brasileira

A Revolução Industrial do século XVIII, teve com uma de suas consequências o aumento das cargas horárias de trabalho e, consequentemente, menos tempo de preocupação e cuidados com a saúde, tornando assim a busca por uma vida saudável na sociedade brasileira um impasse cada vez mais crescente. Diante de tal contexto, há dois fatores que não podem se negligenciados: a optação por refeições rápidas, sendo fast foods ou comidas congeladas ou enlatadas, pela praticidade e valor acessível em comparação com alimentos frescos, e a deficiência de uma educação alimentar em instituições de ensino e na comunidade. Ao considerar os referidos aspectos, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade brasileira saudável seja alcançada.


Em primeira análise, cabe puntuar como salientador do problema a discrepância de preços entre alimentos frescos e saudáveis e comidas enlatadas e fast foods. Tal situação se deve ao fato de que os processos para que alimentos que fazem realmente bem à saúde chegarem até a mesa do cidadão, tornam estes menos acessíveis economicamente, tornando assim imprescindível investimentos em agricultores que produzem legumes, frutas e verduras sem substâncias prejudiciais ao organismo, de tal modo que estes cheguem à mesa com menores custos, elevando seu consumo pelo cidadão brasileiro.


O filósofo prussiano Kant, dizia que " o homem é aquilo que a educação faz dele". Seguindo tal linha de pensamento, convém frisar como fator alarmante para a não resolução do problema, a carência de uma educação alimentar desde os primeiros anos escolares, bem como em toda a comunidade, visando atingir aqueles que não possuem acesso à uma instituição de ensino, com o objetivo de expor os perigos de se ter uma rotina de alimentação baseada em produtos industrializados, assim como alternativas saudáveis para se fazer refeições rápidas e saudáveis com alimentos acessíveis à toda pupulação.


Torna-se evidente, portanto, que medidas são imprescindíveis para resolver o impasse. Cabe ao Ministério da Educação, juntamente com profissionais da área da saúde, a realização de palestras abrangentes à todos os níveis sociais e educacionais, em instituições de ensino de todos os graus e na comunidade em nível nacional, que visem instruir a população em como ter hábitos saudáveis, práticos e acessíveis no cotidiao, como também expor os perigos de produtos industrializados e dos fast foods ao organismo, construindo assim, desde cedo, uma sociedade crítica diante de seus hábitos alimentares. Outro aspecto fundamental é o papel do Governo Federal e do Ministério da Agricultura na realização de políticas públicas para pequenos agricultores que não utilizam produtos químicos em suas produções, para que se diminua os custos dos processos para que esses aliemtos cheguem até o consumidor, diminuindo significamente seu custo e, consequentemente, aumentando seu consumo pelo cidadão brasileiro.

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