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A banalização do vírus HIV na atualidade

É necessário considerar que a banalização do vírus HIV na atualidade é um tema bastante discutido. Diante disso, o historiador Leandro Karnal, afirma que os problemas do contemporâneos podem ser analisados como perspectivas históricas, uma vez que tal fato decorre de várias outras situações do passado como o surto do HIV na década de 1980. Naquela época a doença era pouco conhecida e sem nenhum tratamento e consequentemente, contribuiu para a morte de muitas pessoas e também para disseminação de notícias falsas, entretanto, com o auxílio de políticas públicas governamentais, o número de casos reduziram. Contudo, nos dias atuais, muitos jovens estão tratando a enfermidade com uma tal insignificância.


Em primeira análise, nos anos de 1980, houve crescentes casos do HIV no Brasil, a princípio pela crescente escassez de informação, divulgação de Fake News acerca da doença e a falta de conhecimento desse novo vírus que prejudicava o desenvolvimento de medicamentos. Todavia, com o passar dos anos, pesquisas sobre a infecção evoluíram e foram criados antirretrovirais e outras drogas que auxiliaram na terapia. Nesse viés, desde 1996, o SUS distribui gratuitamente todos os medicamentos garantindo um tratamento eficaz e melhores condições de vida para os soropositivos.


Outrossim, é válido ressaltar que nos tempos atuais, a juventude tem banalizando cada vez mais a presença do vírus, visto que o meio mais eficaz de prevenção é o uso de camisinha durante a relação sexual, no entanto, a utilização do preservativo está sendo abandonado, uma vez que muitos jovens não têm a devida consciência da gravidade da doença e pensam apenas no prazer momentâneo. Desse modo, o índice de casos está cada vez mais alto e isso deve ser sancionado por órgãos públicos.


Portanto, medidas são necessárias para diminuir o impasse, cabe ao Ministério da Saúde, através de políticas públicas intensificar o número de campanhas de conscientização, aumentar a garantia do acesso ao tratamento como: fornecer testes, remédios e preservativos em todas as unidades de saúde ou em áreas frequentadas pelo público alvo, apoio psicológico para os soropositivos e educação sexual em escolas. Sendo assim, levando uma melhor condição de vida, informação e tratamento para a população que convive com o vírus, pois, o HIV continua sendo uma ameaça para a saúde.

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