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A banalização do vírus HIV na atualidade

     O famoso cantor brasileiro Cazuza, além de marcar os anos 90 com canções impactantes, tambem ficou bastante reconhecido por ter falecido prematuramente vítima do vírus da Aids. Por conseguinte, assim como cazuza, desde a década 90, milhões de pessoas perdem a vida para tal doença, que negligenciada pela falta de políticas públicas Estatais e pelo preconceito vigente, continua acometendo milhões de pessoas todos os anos. Nesse sentido, soluções para tal problemática devem ser discultídas pelo Estado e sociedade.


    Em primeiro plano,a realidade do Cazuza, mesmo sendo triste,  evidenciou ainda na década de 90, o preconceito em torno da doença, que até então era considerada "doença de gay". Adiante, sobre esse contexto preconceituoso, a opinião e o pensamento tanto  popular quanto governamental, foram moldados para a exclusão e a marginilização dos infectados, de acordo com o Ministério da Saúde, 45% dos portadores não recebem ajuda psicológica ou médica do governo. Ou seja, o alastramento da doença, que poderia ser contido com politicas públicas, é postergado pelo preconceito social que perpetua um pensamento arcaico e excludente no Brasil.


    Ademais, usando como base o filósofo americano, Ralph Waldo Emerson, no qual ele diz que " A maior riqueza de um país é a saúde do seu povo". Isto é, em primeira análise, a constituição de uma sociedade saudável, gira em torno da saúde coletiva do seu povo. Entretanto, devido a negligenciação sistêmica do Estado com o HiV, consoante ao IBGE, o número de soros positivos aumentaram 20% nos últimos 10 anos, a contenção dessa problemática está longe do ideal. Nesse contexto preocupante, a descontrução do pensamento preconceituoso, tornaria a frase de Ralph condizente com a realidade brasileira. Portanto, diante da tese supracitada, cabe ao Estado a resolução dessa problemática.


     Em suma, assim como Cazuza, milhões de pessoas, são acometidas anualmente com essa doença. Por trás dessas lógicas, torna-se fulcral que o Governo Federal por meio do Ministério da Saúde e Secretária da Cidadania invistam em mecanismos de atenuação dessa problemática. Tais mecanismos devem contemplar campanhas pulicitárias em horários de maior audiência, com o papel de descontrução de qualquer esteriótipo a cerca da doença e a criação de programas de assistência pscicológica e física para os portadores. Tudo isso com objetivo de atenuar tal problemática. Visto que é dever do Estado zelar pelo bem-estar do cidadão.

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