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A banalização do vírus HIV na atualidade

   O livro "Os capitães da areia" retrata as vivências dos garotos de rua que creceram sem instrução e cuidados. No grupo, dois rapazes contrairam "bexiga", doença sexualmente transmissível, infelizmente, um deles morre devido complicações da infermidade. Fora do cenário literário, a Aids tornou-se uma patologia banalizada na contemporaneidade.Nesse sentido, é válido o debate acerca da problemática.


   Primeiramente, nota-se que a nova geração não teme mais o HIV. Isso porque a criação do coquetel, medicamentos usados no tratamento da patologia, diminuiu a letalidade da Aids. Nessa pespectiva, o medo em contrair a infermidade, geralmente, é inexistênte no cotidiano dos indivíduos. Contudo, esse comportamento despreucupante não era observado, por exemplo, na década de 80, visto que as mortes, em decorrência da evolução da doença, de  artistas como Fred Mercury e Renato Russo, ídolos da juventude, ocasionou o receio em contrair tal mal. Sendo assim, é nítido que a pouca mortalidade, hoje, influência na banalização da imunodeficiência humana sendo aclamada como inofencíva.


   Em consequência, tal postura negligênte pode prejudicar a vida de inúmeras pessoas. Esse fato deve-se, principalmente, a realização de relações sexuais desprotegidas, isto é, sem o uso correto dos preservatisvos, gera uma sequência de contágio, na qual o índividuo infectado com o vírus pode transmití-lo para vários parceiros diferentes. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, são registrados 38 mil casos por ano. Desse modo, fica claro que o ato de se proteger não é só uma ação de amor consigo, mas ,também, com o próximo.


   Infere-se, portanto, que medidas urgem para resolver a questão. Logo, é necessário que o Ministério da Saúde crie campanhas de concientização acerca do uso regular e certo da camisinha. Essa proposta será realizada por meio de propagandas informátivas divulgadas nos veículos de comunicação (TV, Rádio e Internet) e em panfletos distribuídos nas ruas, escolas e nas unidades de saúde. Além disso, essa ação não deve ser realizada apenas no carnaval, mas durante todo o ano. Assim, espera-se com essa medida que vidas sejam resguardadas para que estórias como a descrita em "Os capitães da areia" possa se repetir.

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