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A banalização do vírus HIV na atualidade

A peste bubônica foi a pior doença da idade média, sendo responsavel pela morte de um terço da população europeia da época. Porém, com o passar dos séculos outras doenças tem causado a morte da população mundial, entre elas o vírus do HIV. Entretanto, lamentavelmente, esse patógeno tem sido cada vez mais banalizado tanto pelo  número de mortes quando pelo seu tratamento, o que acarreta ao agravamento do problema.


Primeiramente, é importante destacar que o baixo número de mortes é relevante a discussão. Inquestionavelmente, como descreve o filósofo Aristoteles, o homem é um ser social, e, por esse motivo, tende a desenvolver relações pessoais com comportamentos de risco para contrair a doença, como relações sexuais desprotegidas e uso de drogas injetáveis. E, devido ao fato, de se tratar de uma doença já conhecida e com tratamento as pessoas descuidam da sua proteção, uma vez que, sabem que a grande maioria de pessoas soro positivas não morrem pela doença e nem tem seu corpo deteriorado e consumido pela mesma como aconteceu aos cantores Cazuza e Renato Russo vindo, assim, a não se prevenirem.


Ademais, a eficiência da medicação é pertinente a discussão. Indubitavelmente, como descreve o filósofo Platão, o importante não é somente viver, mas viver bem, entretanto muitas pessoas acreditam que terão uma vida normal e sem danos para a saúde se virem a contrair o vírus e tomarem o coquetel diariamente. No entanto, a realidade não é dessa forma, de modo que, usuários do coquetel tem diversos efeitos colaterais como vômitos, indisposição, depressão entre outros. E vale lembrar, que apesar do medicamento existir não possui garantia que irá funcionar para todas as pessoas, podendo, com isso, não ser possível evitar a morte pela AIDS.


Portanto, fica evidente que a banalização do HIV é um problema que deve ser resolvido. Primeiramente, o Ministério da Saúde deve tentar resolver o problema. Isso deve ser feito por meio da ampliação de campanhas de conscientização na televisão, redes sociais e instituições de ensino com depoimentos de portadores,demonstrando a difícil rotina de medicamentos e desafios enfrentados diariamente, assim como deve-se mostrar fotos de pessoas em estágio final da doença para que a população tenha consciência da gravidade do patógeno. Ademais, o Governo deve oferecer gratuitamente preservativos em hospitais, prédios públicos, escolas e universidades, para que, com isso, tente atingir o maior número possível de potenciais infectados. Por fim, com essas medidas o problema será minimizado o que vem a melhorar a saúde no Brasil como um todo.

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