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A banalização do vírus HIV na atualidade

  No limiar do século e XVIII, o Iluminismo pregava que uma sociedade só progride quando seus cidadãos mobilizam-se para resolver o problema de outras parcelas do corpo social. Indo contra esse ideário, o brasileiro pouco tem feito para combater a problemática do aumento de casos de HIV no país. Isso é confirmado não só pela quantidade de pessoas que contaminam-se com essa doença, mas também pela ineficiência governamental em comedir esse revés nacional.


  A princípio, é crescente o número de soro positivo no Brasil nos últimos anos, comprovando que essa quantidade é devida, em grande parte, ao afrouxamento da prevenção no ato sexual por parte da população. Tal realidade é confirmada por uma reportagem portal UOL, de 2019, segundo a qual o Brasil registrou aumento de 21% em casos de HIV nos últimos anos.  De modo que, isso termina por ratificar um juízo do filósofo Sócrates de que ‘’os erros são consequência da ignorância humana’’, no caso, a não prevenção sexual para se proteger dessa síndrome.


  Além disso, a falta de políticas públicas mais eficazes para mitigar o avanço dessa doença fere a Constituição Federal que há 31 anos prometia uma nação com viés de Estado de bem-estar social. Dessarte, a União não criou meios mais eficientes para conter essa moléstia nacional, expondo os cidadãos ao risco de ser mais um a infectar-se com o vírus da AIDS e suas sérias consequências, como a debilidade do sistema de defesa do organismo. Por conseguinte, o país atual encontra-se diferente daquele outrora idealizado na Carta Magna de 1988. Dessa forma, o Brasil ficou muito distante desse modelo constitucional de nação.


  Logo, o problema em questão e as falhas governamentais que o maximiza devem ser combatidos. Nessa perspectiva, cabe ao Ministério da Saúde e Estados, por meio de resolução que tem aplicabilidade imediata, melhorar o programa de combates a DSTs com palestras semestrais nas escolas e grupo de orientação preventiva nos postos de saúde, a fim de reduzir o avanço desse mal. Ademais, deve-se veicular campanhas informando à população que a AIDS ainda não tem cura e por isso a melhor forma de prevenção é o uso de preservativos nas relações sexuais. Assim, o Brasil será uma nação que segue a lei e os preceitos iluministas de sociedade.

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