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A banalização do vírus HIV na atualidade

Decerto, a Aids foi uma das doenças mais mortais na década de 80, devido à falta de recursos terapêuticos disponíveis. Todavia, no ano de 1995, a associação de várias drogas pôde ser prescrita para o tratamento, e essa circunstância deixou de ser vista como uma sentença de morte. Por conseguinte, nos dias atuais, infelizmente, diversas pessoas não pensam mais que o vírus é um problema sério e não conhecem os efeitos colaterais dos medicamentos que os portadores precisam utilizar. Além disso, muitos convivem com o HIV(Vírus da Imunodeficiência Humana) e não sabem, o que ajuda na propagação desse mal. Logo, medidas devem ser tomadas, a fim de que essa enfermidade deixe de ser banalizada.
Nesse âmbito, deve-se ressaltar que, apesar de haver meios para conter o avanço dessa condição, a Aids não deixa de ser uma doença, e o infectado precisará fazer o uso de remédios durante todo o restante da sua vida. Ademais, como qualquer outro fármaco, a utilização dos antirretrovirais possui reações adversas. Entre as mais comuns, pode-se destacar diarreia, vômitos, manchas vermelhas pelo corpo, além de alterações que podem ocorrer a longo prazo, por exemplo, danos aos rins. Desse modo, investir na conscientização da população sobre a gravidade dessa patologia é algo essencial.
Outrossim, a falta de preocupação a respeito dessa enfermidade impede que as pessoas procurem fazer testes para o diagnóstico. Dessa maneira, uma vez que o vírus reage de forma diferente em cada organismo e pode ficar anos no corpo humano sem demonstrar sintomas, muitos indivíduos estão contaminados e não sabem. Conforme estimativas do Ministério da Saúde, 135 mil brasileiros estão nessa situação. Consequentemente, esse fato contribui para o alastramento da doença na sociedade. Nesse sentindo, reduzir esse número torna-se fundamental.
Portanto, indubitavelmente, a banalização do HIV é algo extremamente grave e, embora não haja soluções imediatas para acabar com esse impasse, providências precisam ser realizadas. Dessa forma, cabe ao governo investir na conscientização, na prevenção, na detecção e no tratamento da Aids. Para isso, necessita-se aumentar a quantidade de agentes de saúde que possam visitar as residências e explicar à população sobre os riscos dessa patologia e a necessidade de fazer os exames de diagnóstico de doenças sexualmente transmissíveis após uma exposição de risco, além de ampliar o oferecimento de testes rápidos e manter a distribuição de medicamentos para o tratamento dessa enfermidade, com o propósito de evitar novos casos, a disseminação e garantir a qualidade de vida daqueles que já possuem o vírus. Assim, essa condição será cada vez menos banalizada e alastrada.
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