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A banalização do coaching

             O filósofo Zigmunt Baumann, em sua obra Amor Líquido, expõe a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas vividas no século XXI. Advindo disso, há diversos aspectos que necessitam da atenção do governo e da pactuação social e política de forma mais consolidada a fim de promover o bem-estar da sociedade. Em destaque, registra-se a questão do combate à banalização do coaching, uma vez que parece ineficaz a atuação do governo nesse quesito.


         Nesse contexto, apesar dos esforços do Poder Público em combater a existência de falsos profissionais do coaching, a exemplo da proposta de criminalização da profissão, tais proposições não são eficientes, uma vez que o papel do coaching é fundamental para ajudar muitos cidadãos a superar desafios e a desenvolver o seu potencial. Assim, a extinção de um ramo profissional que busca dar assistência a todos os indivíduos que necessitam de apoio moral, por exemplo, não é a solução, pois o problema se encontra na precária punição a todos aqueles que se passam por coach sem ter nenhum preparo. 


     Outrossim, é importante destacar que, de acordo com dados da International Coach Federation(ICF), o coaching cresceu mais de 300% no Brasil nos últimos quatro anos. Diante disso, mostra-se explícita a falta de um posicionamento midiático por parte do Estado brasileiro em alertar as comunidades em geral sobre a existência de falsos profissionais que acabam surgindo com essa elevada taxa de crescimento.


           Desse modo, para que o Governo Federal atue de forma mais eficiente, compete a este intensificar a criação de informes educativos por intermédio de plataformas como Facebook, Instagram e Twitter, como uma forma de estimular a população a ter cuidado com todos aqueles que se dizem ser profissionais de coaching sem ter nenhuma formação. Asim, os verdadeiros profissionais desse ramo serão mais valorizados, contribuindo para combater a banalização desse setor tão fundamental.


 


 

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