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A banalização do coaching

A sociedade atual com o acúmulo de informações e problemas está cada vez mais desesperada. Diante disso, procurando uma saída fácil, esquecem de avaliar a qualificação e experiência profissional que estão recorrendo. A profissão coaching, que soma aproximadamente 70 mil indivíduos trabalhando nessa modalidade, possui brechas para questionar a qualidade e o seu profissionalismo. Logo, a sociedade ridiculariza o serviço prestado como forma de banaliza-lo e atentar as pessoas que procuram o mesmo.


Muitos indivíduos que exercem a profissão aproveita da fragilidade de seus "pacientes", que pelo desespero procura ajuda prática e fácil. Contudo, coloca-se em cheque a ética profissional do coaching, visto que muitas pessoas não procuram a graduação e experiência profissional na área antes de utilizar o serviço. Muitas vezes se oferece um atendimento que não suprirá as necessidades do cliente, pois é exercido o papel de um psicólogo ou até mesmo de outro profissional devidamente qualificado, podendo vulnerabilizar a população.


Mais séria do que se imagina, as dúvidas da eficácia já foi questionada até pelas autoridades Brasileiras, quando levaram a Criminalização para o legislativo. Essa onda oferecida é altamente abusiva a sociedade, haja vista que se oferecem para fazer algo em que não se graduaram para realizar, prometem um serviço utópico e trazem soluções óbvias como tratamento. É importante salientar que há graduações reconhecidas pelo MEC na área de atuação deles.


Entretanto, a comunidade coaching deve enxergar os seus riscos, colocando a sua ética em prática, limitando devidamente a sua área de atuação. O MEC juntamente com o poder legislativo, tem de se permitir, apenas, a profissão com uma graduação em áreas afins, aceitando o coaching como forma de pós-graduação, tendo em vista os perigos e problemas. É fundamental uma pesquisa minuciosa por parte da população. Portanto, seria uma profissão segura para o Brasil.

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