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A banalização do coaching

No episódio da série britânica “Black Mirror”, Lacie é uma trabalhadora que almeja conseguir a máxima avaliação possível no sistema, para isso a mesma tem consultas com um coaching calejado no quesito para granjear essa pontuação. No entanto, após consultas continuas a pontuação da personagem foi se alteando, fazendo com a mesma ficasse exultante. Fora da ficção, é notória que o coaching é uma perícia de ajuda à sociedade se realizado com um profissional da área, do contrário, se o mesmo não for especializado corrobora com uma divergência no resultado que o indivíduo apetece.


Em primeiro lugar, o ex-presidente Jorge Oliveira, do International Coach Federation (ICF) no Brasil, alerta a falta de formação dos coaches, “Quanto menos formação você tem, mais mágico você se acha”, portanto todos podem se tornar um atuante deste apenas tendo entendimento da área que irá auxiliar. Logo torna-se comprometimento do paciente em que contrata um trabalhador não profissional, arriscando não mimosear tal benefício exposto pelo mesmo. Também, o profissional deveria expor seus diplomas e mostrar resultados, para que não haja o malogro dos seus pacientes ao saberem que contratam um inexperiente.


Em seguida, dado também a pesquisa pelo G1, o salário deste vem sendo um grande lucro para o treinador, como de R$200 por sessão, até R$50 mil por mês. Apesar de que, existam muitos coaches formados, não há como negar que essa prática vem sendo forjada desde sua brilhantura hodiernamente, como dito por Jorge Oliveira. Sendo assim, se torna indeclinável que o aumento do número de profissionais desta área está se avultando pois, os ditos “profissionais” conseguem indubitavelmente intrujar seus pacientes, lucrando de forma condenável.


Logo, a banalização do coaching é um malefício para sociedade pois, pode alienar o indivíduo no modo de pensar ou agir. Portanto, é dever da polícia militar, por meio de buscas e denúncias, apreender aqueles que tiverem exercendo tal função e não apresentarem diplomacias sobre o mesmo, como distribuir panfletos alertando o perigo da ação, com o intuito de reduzir essa trivialização. Espera-se, com isso, que a mediocrização do coaching seja reduzida, abstendo a inferiorização do indivíduo.

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