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A banalização do coaching

Fiscaliza governo


                É de conhecimento geral que, tornou-se banal o serviço de Coaching onde o que deveria ser levado a serio se tornou um passatempo para muitos. Notamos no mercado vários tipos de Coach, sendo eles de exercício físico, da felicidade, de relacionamento, entre outros, quando na verdade deveriam estar ajudando pessoas a atingirem objetivos claros da vida, estão tentando fazer o trabalho de um psicólogo.


                Pode-se mencionar por exemplo que alguns Coach se aproveitam da onda do modismo da palavra e passam a atuar de forma irresponsável, querendo até ser “Coach de cachorro”. Mas, também vale ressaltar que Coaching não se trata de aconselhamento nem auto-ajuda, está voltada apenas para o processo de desenvolvimento e competências pessoais ou profissionais.


                Em consequência disso, vê-se a todo instante que qualquer pessoa pode virar Coach, basta dominar os conhecimentos da área, possivelmente esta seja uma das causas da banalização. Portanto, é indiscutível que os falsos profissionais podem prejudicar pessoas, ludribiando-as ou prometendo aquilo que não se encontra apto a realizar, tornando-se mais difícil a vida daqueles que os procuram.


                Em virtude dos fatos mencionados, é nítido que não existe nenhuma fiscalização da entidades públicas para com a profissão. À vista disso é cabível ao Governo uma regulamentação da profissão, onde cada especialista tenha em mãos um certificado válido e reconhecido pelo governo, juntamente com um número de CRC (Conselho Regional de Coaching). Desse modo evitariam os enganadores no mercado de trabalho, contribuindo para que o Coaching não seja mais uma profissão banalizada pelos agentes de má fé.

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