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A banalização do coaching

Na contemporaneidade brasileira, os coaches são profissionais especialistas em motivações que ajudam outras pessoas a alcançarem seus objetivos. Contudo, tal temática está em debate, uma vez que vários indivíduos sem uma formação adequada se passam por coaching para se aproveitar da vulnerabilidade de receptores e, com isso, obterem benefícios para si. É notório que o governo pode solucionar o problema, porém, está em ausência. Nesse sentido, convém analisar tal quadro intrinsecamente ligado à desatenção da sociedade e à negligencia governamental.


Mormente, é imperioso destacar que a vulnerabilidade dos receptores referente aos falsos coaches é fruto do despreparo civil para lidar com os ataques desses criminosos. Isso porque, mediante a ausência de uma orientação adequada, os indivíduos não são expostos as informações necessárias sobre o problema, e por razão disso, tornam-se, indefesos. Esse panorama se evidencia, por exemplo, quando se observa o pensamento do filósofo chinês Sun Tzu, de que, em marcha, um soldado experiente nunca fica desorientado. Com isso, é indubitável que essa filosofia se encaixa em tal cenário, uma vez que tais indivíduos necessitam de orientações.


Ademais, é imperativo pontuar que a prossecução agravante de pessoas sendo enganadas por "pseudos-coaches", deriva, ainda, da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Essa ideia torna-se paradoxal, por exemplo, quando comparada á analogia do ex-político norte-americano Ronald Reagan, de que o governo é como um bebê: um canal alimentar com um enorme apetite numa ponta, e nenhum senso de responsabilidade na outra. Ora, se um governo omite-se diante de uma questão tão importante, entende-se, assim o porquê de sua continuação. Desse modo, faz se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.


Em síntese, é notório que medidas são necessárias para resolver o problema. Para que essa profissão seja regulamentada e não criminalizada. É necessário que o Estado, por intermédio de verbas governamentais atue nesse processo, promovendo uma agencia de denuncia virtual, com o auxilio de deputados e senadores, para que seja feita denuncias precisas e de forma anônima, assim, facilitando o processo de investigativo das autoridades. Logo, a mídia deve atuar divulgando essa nova agencia nas TVs abertas com profissionais coaches explicando não só o que realmente faz um coaching, mas que também, seja detalhado como esses criminosos andam agindo, com o intuito de informar o corpo social sobre a temática. Somente assim, espera-se uma diminuição na incidência da problemática.

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