Capacitismo no Brasil é o tema de redação desta semana. Conheça referências para enriquecer seu repertório sociocultural e escrever uma excelente redação!

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Agora que você já sabe o que é e como se apresenta o capacitismo no Brasil, pode escrever sobre esse assunto. Provavelmente, você já deve ter lembrado de algumas situações capacitistas nas mídias que poderá usar na sua argumentação. Porém, caso ainda não tenha presente nenhuma referência sobre esse tema, consulte algumas das nossas sugestões. Assim, lembre-se de relacioná-las ao tema capacitismo no Brasil.

Boa leitura!

1. VAI UMA MÃOZINHA AÍ?

Criado por Mariana Torquato, “Vai uma mãozinha aí?” é o maior canal sobre deficiência do YouTube Brasil. Nele, você poderá encontrar diversos vídeos que abordam capacitismo e suas manifestações na sociedade. Assim, selecionamos o vídeo em que a Youtuber comenta a nova política nacional de educação especial para você assistir. Em 30 de setembro deste ano, o governo publicou o Decreto n. 10.502 que prevê a instituição de três tipos de escolas: regular, especial e bilíngue. Além de assistir ao vídeo, leia o decreto para saber melhor do que a Mari está falando.

2. Filme: A teoria de tudo (The Theory of Everything, 2015)

Nesta cinebiografia, disponível on-line em algumas plataformas, acompanhamos a trajetória do astrofísico Stephen Hawking. Ademais, nela é retratada a importância de seu trabalho e a luta contra a doença do neurônio motor, esclerose lateral amiotrófica (ELA). Aliás, o filme inspirou-se na obra Travelling to Infinity: My Life with Stephen, de Jane Hawking, esposa do astrofísico. O filme conta com Eddie Redmayne no papel principal, pelo qual foi agraciado com um Oscar de melhor ator em 2015.

3. TEDx: O futuro anticapacitista: curar preconceitos e celebrar diversidades

Palestra de Lau Patron, produtora audiovisual, escritora, ativista e profissional da inclusão. Ela é mãe do João Vicente, um menino sorridente e portador de uma síndrome raríssima autoimune. Assim, no vídeo ela conta a sua experiência como uma “mãe atípica” – como se autodenomina. Também fala sobre o mundo em que vivemos, que não agrega o diferente e, sim, o exclui. Segundo Patron, “temos que mudar o ponto de vista, entender que o mundo é deficiente e descapacita corpos humanos que não se encaixam nos seus limites, pequenos, apertados e prepotentes demais”. Enfim: o vídeo tem 15 minutos e você deve conferi-lo!

4. Artigo: Onde está a representatividade das pessoas com deficiência no meio LGBT+?

Como você viu nos textos motivadores, algumas pessoas, além de lidarem com o capacitismo, ainda encontram outras formas de preconceito na sociedade. No artigo, é destacada uma das causas do Setembro Verde, composto por campanhas pela acessibilidade e inclusão da Pessoa com Deficiência, doação de órgãos e prevenção do câncer de intestino. A ênfase do texto é dada às pessoas com deficiência (PcD) que convivem no meio LGBTQIA+.

O articulista Vinicius Lacerda consultou Priscila Siqueira, uma das administradoras da página do Instagram @pcdvale, e Victor di Marco (@victordimarco), influenciador digital e também militante da causa PcD LGBTQIA+, para conversarem sobre essa temática superimportante e que pode ser um ponto de vista a elaborar na sua redação. Uma das questões tratadas é sobre relacionamentos, pois as PcDs “muitas vezes não são vistas como corpos sexuais ou corpos que possuem desejos e vontades como qualquer outra pessoa, sendo simplesmente taxadas como deficientes.”

5. Série: Special (Netflix, 2019)

Lançada em 2019, Special é uma série que retrata a vida de um jovem gay com paralisia cerebral.  Foi criada por Ryan O’Connell, que também faz o papel do protagonista. Dessa forma, mostra a rotina do personagem, que resolve pegar as rédeas de sua própria vida profissional e amorosa. Certamente, a série não evita questões importantes sobre deficiências e minorias no contexto da comunidade LGBTQ+.

6. Entrevista: Capacitismo se aprofunda durante a pandemia do novo coronavírus

O Sindicato Nacional dos docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES) entrevistou, em abril, a Marinalva coordenadora do Laboratório de Inclusão, Mediação simbólica, desenvolvimento e aprendizagem (LIMDA) da UFRJ. Além de comentar as formas de manifestação do capacitismo na sociedade, a docente afirma haver um aprodundamento dessa problemática na pandemia. Para ela, “por falta de políticas públicas que propiciem a autonomia, muitas pessoas com deficiência não são independentes e precisam de apoio de cuidadores, geralmente as mães. O autoisolamento e o distanciamento social podem ser impossíveis para aquelas que requerem apoio para comer, vestir-se ou banhar-se.”

Leia a entrevista na íntegra!

7. Filme: Extraordinário (Wonder, 2017)

Essa obra cinematográfica baseou-se no livro homônimo de R. J. Palacio, escritora norte-americana. Auggie Pullman, o protagonista, tem uma uma deformidade facial conhecida como síndrome de Treacher Collins. Assim, ao ingressar na escola, o garoto precisa aprender a conviver no novo ambiente, que não está preparado para lidar com o diferente. Auggie é vítima de bullying e tem sua autoestima abalada. No entanto, ele persiste na escola, apoiado por sua família e pelos novos amigos que conheceu. Sugerimos que os mais sensíveis já preparem o lencinho…

8. Curta-metragem: Eu não quero voltar sozinho (2010)

Leonardo é um garoto com deficiência visual que vê sua vida mudar com a chegada do novo colega, Gabriel. O curta-metragem depois foi transformado em longa, em 2014, abordando uma narrativa diferente para a mesma história. O longa foi indicado pelo extinto Ministério da Cultura para representar o Brasil no Oscar de melhor filme estrangeiro.

O grande diferencial dessa obra é que o foco não está na deficiência do personagem principal, mas na descoberta dele do amor pelo colega. Portanto, trata-se de uma narrativa sensível e anticapacitista, embora discuta (em especial no longa) a dificuldade que a mãe do personagem sente em lhe dar mais autonomia em função de sua deficiência.

9. Vídeo: No dia do Surdo, Regina Casé e filha dão aula contra o capacitismo

Em 26 de setembro celebra-se, no Brasil, o Dia Nacional do Surdo. Assim, a atriz Regina Casé e sua filha Benedita postaram um vídeo mostrando atitudes capacitistas com as quais as pessoas com deficiência auditiva precisam lidar. Além disso, elas demonstram com exemplos encenados como agir de forma anticapacitista. Portanto, se você não tem certeza de que esteja evitando ações capacitistas no seu cotidiano, assista ao vídeo para não cometer mais esses preconceitos.

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Agora, você está convidado a acessar esses conteúdos e a também fazer as suas próprias pesquisas. Assim, você terá repertório sociocultural suficiente para elaborar uma excelente redação!

QUERO APRENDER REDAÇÃO!

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