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Terrorismo nutricional
Com a industrialização e o elevado crescimento populacional das cidades, os alimentos tornaram-se cada vez menos naturais. Nas grandes cidades, é muito difícil comprar leite acabado de ser ordenhado de uma vaca ou mel fresco retirado de uma colmeia. E quando há frutas frescas e verduras, fica a dúvida se esses podem ou não ter agrotóxicos. Assim, o consumidor das grandes cidades não tem muitas opções para os produtos considerados "saudáveis". No entanto, aparecem do nada modismos, com a ajuda da mídia, que ditam o comportamentos das pessoas em relação à alimentação. Aterrorizam o consumidor, tirando-lhe o controle e a autonomia de si mesmo, com um certo tipo de alimento que pode causar males ao organismo. Por trás dessa imposição do medo estão interesses escusos de empresas que lucram com esse tipo de fobia alimentar. Assim, além da conscientização, é necessário que o Governo crie um mecanismo de vigilância e sanções, através do Ministério da Saúde, para empresas ou pessoas que divulgam o terrorismo alimentar sem base científica universitária.
Em primeiro lugar, o consumismo exacerbado de produtos industrializados tem aumentado índices de pessoas obesas no mundo. Muitos desses produtos artificiais tem trazido sérios riscos à saúde como as doenças cardiovasculares. A partir desses fatos, sempre estão aparecendo nos noticiários e nas propagandas tipos de alimentos que são saudáveis e os que são os vilões da saúde. Há um tempo, o ovo tinha o papel de mau por causar aumento do colesterol, mas estudos recentes desmistificaram esse estigma. Assim, vão acontecendo com outros produtos que entram e saem da lista "index" da inquisição sem, ao menos, apresentar artigos, na íntegra, de pesquisas realizadas em universidades e confirmados por órgãos de saúde governamentais.
Por outro lado, por trás do terrorismo nutricional estão empresas que lucram através da venda de produtos, por exemplo, leites sem lactose e pães sem glúten. Outras empresas vendem alimentos de origem animal sem os temidos "hormônios do crescimento". Além de outros produtos do tipo "light", "diet" e os que "não tem química". Assim, para não cair nessa armadilha, as pessoas precisam passar por uma avaliação médica. Caso seja diagnosticada, por exemplo, com diabetes, o médico prescreverá medicamentos e conscientizará o paciente a alimentar-se corretamente para que a doença não se agrave.
Portanto, além da conscientização das pessoas sobre o terrorismo nutricional, é necessário que o Ministério da Saúde promova um mecanismo de vigilância e sanção para publicação de pessoas ou de empresas que causem medo às pessoas por causa do consumo de certos alimentos. Assim, para ser publicada uma notícia referente aos efeitos nocivos de um alimento, é preciso que seja aprovada pelo Ministério da Saúde e por pesquisadores especializados das universidades.
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