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O mercado de cosméticos falsificados

     Na série americana “As Visões da Raven”, a personagem Raven Baxter retrata de forma lúdica a previsão de um evento adverso que pode ocorrer atualmente. De maneira análoga, no Brasil, entretanto, a falsificação de cosméticos é algo real que acontece no presente e, se não for combatida, ocasionará consequência severas para o futuro o país. Com efeito, é fulcral que estratégias sejam aplicadas para alterar esse nocivo cenário que possui como causas: a insuficiência legislativa e a ausência de punição.


     Em primeiro lugar, convém ressaltar, que a ausência de leis é um fator determinante para a persistência do problema. Segundo Thomas Jefferson, ex presidente dos Estados Unidos, propõe que mais importante do que a criação de uma lei é a sua aplicabilidade. Nesse sentido, vê-se que essa concepção está corrompida em território nacional, pois, a adulteração dos cosméticos brasileiros tem sido frequente, logo, ocasionando sérios problemas de saúde por ser feito por substâncias ilícitas como por exemplo a metilcloroisotiazolinona que é cancerígena e encontrada em grande parte dos produtos vendidos. Dessa maneira, percebe-se a falta de uma lei que vá contra a problemática.


     Outrossim, a ausência de punição contribue mais ainda para a permanência desse entrave. De acordo com o Marquês de Maricá, “a impunidade promove os crimes e de algum modo os justifica”. Sob essa ótica, a impunidade fragiliza o cidadão de bem, que vive diante de uma sociedade que está a mercê de verdadeiros malfeitores. Em suma, cabe aos órgãos competentes e analisar e colocar um ponto final nessa de insegurança coletiva no que tange ao mercado de cosméticos falsificados.


     Destarte, é mister que o Estado tome providências para mitigar o quadro atual. Para o alcance da sociedade a respeito do problema, urge que o Ministério da Saúde, crie, por meio medidas governamentais, fiscalizações rigorosas nos camelôs que onde mais têm esses produtos adulterados a preço de custo e incentivem a população a ficar em alerta e duvidar sempre da origem e o baixo valor oferecido e alertem os vendedores ambulantes das consequências severas que esses produtos causará na saúde dos seus consumidores. Desse modo, visões como a de Raven será algo benéfico para o Brasil que fará jus a sua boa forma. Em síntese, é preciso que se aja agora sobre essa adversidade, logo, como defendeu o poeta Leminski: “Em mim eu vejo o outro”.

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