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Maus-tratos a animais de rua no Brasil

            A humanidade acabou com uma série de fatores naturais que moldaram nossa evolução no passado devido a Revolução Agrícula, no qual, possibilitou aos caçadores-coletores novas técnicas de produção alimentar, além da domesticação de animais. Na contemporaneidade, surge uma problemática voltada ao maus-tratos a animais de rua no Brasil — ora pela falta de políticas públicas, ora pela ausência de sensibilidade por parte da população.


        Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no Brasil, existem mais de trinta milhões de animais abandonados nas ruas — dados expressivos que mostram a negligência do Poder Público na efetivação de políticas públicas direcionadas ao cuidado de tais animais, além da rigorização de leis referentes ao bem-estar, uma vez que, conforme o decreto de 1934, depreende  que todos os animais existentes no país são tutelados do Estado.


            Em segundo plano, salienta-se a falta de sensibilidade dos agressores, e por mais que os animais sejam valorizados na atualidade a violência presente dentro do ser humano faz com que eles sejam reprimidos e utilizados para fins comerciais, como vendas ilegais, abandono e casos de zoofilia. Isso vai ao encontro com o pensamento da filósofa, Annah Arendt, ao afirmar que a violência está presente no indivíduo, em seu conceito de "banalidade do mal". Diante disso, tais maus-tratos contra esses seres passam despercebido em uma socidade individualista.


            Portanto, diante do exposto antes que o números de animais de rua aumentem ainda mais, é preciso intervir. Logo, o Poder Executivo mediante a esfera Legislativa, deve promever ações de conscientização, além da destinação de recursos pertinentes à assistência veterinária, bem como a construção de clínicas. Espera-se com essas medidas de políticas públicas, obtenha-se como resultado uma sociedade salutar.

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