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Estereótipos na mídia e na literatura

No filme norte-americano “As Branquelas”, dois agentes do FBI (Federal Bureau of Investigation), os quais são negros, se infiltram em uma comunidade, extremamente, rica e composta por pessoas de pele clara e, consequentemente, devido às influências de tal comunidade, tiveram que alterar seu comportamento rotineiro. Fora da ficção, esta é uma situação estereotipada que propicia, indiretamente, o preconceito diante de casos semelhantes. Neste mesmo âmbito, o alto lucro gerado por estes estereótipos e a falta de posicionamento individual e crítico são os principais motivos para essa imposição estética e cultural ocorrer.


 De maneira inicial, é possível verificar que, nos programas televisivos, a fisionomia do sexo feminino é, totalmente, estereotipado. De acordo com o noticiário “BBC English”, a alienação estética acomete cerca de 89% de toda a população mundial, a qual é, silenciosamente, manipulada a seguir os padrões de beleza impostos, além do mais, o noticiário ressalva que, as principais influenciadoras são as grandes empresas capitalistas que visam, somente, o lucro. Logo, o alto lucro gerado e obtido por essas empresas, por meio do comércio midiático e literário estereotipado, é um intensificador deste problema global. 


Em segunda análise, nota-se que o povo brasileiro sofre, regularmente, com opressões culturais, opinativas e, lamentavelmente, idealistas. Segundo o jornal “OGLOBO”, a falta de posicionamento é o fator crucial para os estereótipos se implantarem, com facilidade, no Brasil, ou seja, o país tornou-se, extremamente, suscetível à determinação ideológica por não possuir uma base crítica e mental estruturada. Por isso, a falta de pensamento crítico proporciona, na maioria dos casos, os estereótipos midiáticos.


 Diante disso, a imposição cultural, literária e estereotipada necessita ser, urgentemente, combatida no Brasil. Portanto, cabe ao Ministério da Justiça e ao Ministério da Cidadania identificar e punir, por artifício de fiscalizadores comerciais e por profissionais do setor informativo, possíveis empresas que realizam comércio de artefatos e objetos estereotipados, tendo como objetivo reduzir e, eventualmente, cessar com tal situação no país. Além disso, é necessário conduzir parte da verba federal para a mídia televisiva a fim de estruturar a mentalidade brasileira. E somente assim, casos como dos agentes de “As Branquelas” serão evitados.

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