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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

O homem, ao mesmo tempo, é uma das mais inúmeras formas de vida no planeta Terra e a única capaz de romper conscientemente o equilíbrio natural. Assim, o filósofo alemão Arthur Schopenhauer afirmava que o caráter de um ser humano está diretamente ligado à forma como os indivíduos lidam com o ambiente onde vivem. A partir dessas considerações, logo, torna-se relevante a discussão sobre a preservação do Meio Ambiente que cada vez mais se encontra em discrepância na contemporaneidade brasileira. Sendo assim, tal problemática será amenizada se fatores como queimadas e desmatamentos forem tratados como proprietários.


É fundamental entender, inicialmente, que desde a descoberta do fogo pelos Homo Erectus há cerca de 7 mil anos A.C no período neolítico, vem sendo de tal forma o meio favorável da sobrevivência de muitos, mas com o passar dos tempos, o ser humano acabou que tomando conta do uso do calor, que por consequência está sendo utilizando de forma inadequada no meio onde vive, haja vista de queimadas e desmatamento de florestas. De acordo com os dados do Programa de Queimadas, do INPE (instituto Nacional de Pesquisas Epaciais), o Brasil terminou o ano de 2019 com 318 mil km² de área florestal consumidas pelo fogo, totalizando quase o dobro do registrado no ano anterior: 86% maior que o de 2018 (170 mil km²). Sendo assim, nota-se que o fogo, ao ser uma grande descoberta e de uso mundial, vem sendo hoje em dia uma das principais causas da diminuição das únicas florestas que enriquece o Brasil e toda sua estrutura.


Em consequência desse contexto, vale ressaltar que o desmatamento está diretamente ligado a extração ilegal de madeira, focos de incêndios e a prática agropecuária, que por conseguinte trazem lados negativos desde que a perca da biodiversidade, empobrecimento do solo, alterações climáticas e a emissão gás carbônico na atmosfera. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial, a área desmatada na Amazônia foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019, sendo o extrativismo ilegal pela busca de madeiras de qualidades a principal causa do fator . Desse modo, faz-se mister a resolução do empecilho, já que o desmatamento contribui para a perpetuação desse quadro deletério.


Portanto, algo precisa ser feito com urgência, para amenizar a questão. Logo, o Ministério do Meio Ambiente, por meio de verbas governamentais, devem propor novas leis ou o fortalecimento das já existentes, para que aplique multas às pessoas que descumprir com as regras estabelecidas para que não ocorra o desmantamento e queimas de florestas nativas, e também criar programas refloretais e palestras sobre os danos que as queimadas podem trazer ao meio ambiente para que possa dispetar nas pessoas o uso consciente do fogo, e outra alternativa viável é em relação de plantar as próprias árvores para o cultivo próprio, tais como: eucalipto para que evite a grande procura por árvores naturais, sendo assim evitando o desmatamento. Nesse sentido, o fito de tais ações fazera que o Brasil supere os problemas, pois conforme Gabriel O pensador, "na mudança do presente a gente molda o futuro".

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