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As altas taxas de feminicídio no Brasil

Segundo o filósofo grego Aristóteles, o homem é um ser social, e desde que passou a viver em sociedade essa instituição é pautada em um viés patriarcal na qual o homem é o centro e a mulher lhe deve total subordinação e obediência. Porém, com o passar dos séculos e o ganho, apesar de lento, dos direitos femininos as mulher passaram a participar mais do espaço social. Entretanto, infelizmente, isso causa o aumento dos casos de feminicídio no Brasil relacionado tanto a igualdade de gêneros quanto a divergência de pensamento.


Primeiramente, é importante destacar que o feminicídio, apesar de um termo novo, é um crime cometido há muitos anos. Inquestionavelmente, a partir do momento que as mulheres começaram a lutar para que seus direitos fossem reconhecidos por lei e perceberam sua qualificação e importância tanto no mercado de trabalho quanto na esfera social, começaram a sofrer ainda mais represaria dos homens e também de outras mulheres que não concordavam com sua autonomia. Como exemplo da persistência desse crime e da luta pela igualdade de gêneros temos a história da soldada francesa Joana Darc, assassinada ao despertar o ódio masculino por vencer inúmeras batalhas.


É válido ressaltar ainda que o crime de ódio contra as mulheres é muitas vezes causado pela discordância de ideais. Indubitavelmente, como descreve o pensador Thomas Hobbes, o homem é o lobo do homem, e por ser egoísta deseja sucesso e reconhecimento, prejudicando o próximo. Levando em conta isso, a inclusão crescente dessas mulheres em cargos e posições de destaque populacional causa incomodo nesse pensamento já pré-estabelecido. Isso gera grande desconforto em líderes sociais e econômicos que não aceitam essa mudança o e a inclusão das mulheres em ambientes antes frequentados e dominados por homens. Por esse motivo, cometem crimes contra essas mulheres para silencia-las e fazer com que a sociedade permaneça estagnada e patriarcal. Prova disso foi a morte, em 2018, da vereadora Marielle Franco que lutava pelos direitos femininos.


Portanto, fica evidente que o feminicídio é um crime presente e persistente no Brasil que deve ser resolvido e devidamente punido. O supremo tribunal federal, como órgão responsável pela fiscalização das leis, deve garantir que as pessoas responsáveis pelo assassinato dessas mulheres sejam julgadas e presas. Isso deve ser feito, primeiramente, pela localização e prisão dos culpados com o aumento do número de policiais nas ruas e em locais frequentados por essas mulheres, como bares e restaurantes e posteriormente seu encaminhamento ao tribunal, este que deve analisar os lados da questão, julgar imparcialmente e garantir o cumprimento dos anos de prisão prescritos em lei. Em segundo plano, mas não menos importante, as mulheres devem registrar boletins de ocorrência conta seus agressores para facilitar a prisão e o julgamento. Por fim com o cumprimento dessas medidas os índices de feminicídio diminuiriam o que vem a melhorar o problema no Brasil como um todo.

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