ENTRAR NA PLATAFORMA
A realidade da mortalidade infantil no Brasil
Com a ascensão dos óbitos infantis no Brasil, é indubitável que essa realidade vem causando grandes preocupações nos dias atuais. Segundo estatísticas, anualmente, morrem cerca de três mil e setecentas crianças no País, número este que tem como causa, entre outros motivos, os acidentes domésticos que ocorrem em casa e as epidemias de doenças que se alastram devido à falta de saneamento e tratamento de esgoto.
Atualmente, acidentes que acontecem dentro de casa vêm sendo responsáveis pela retomada do crescimento da mortalidade infantil. Tal fatalidade esta presente na sociedade brasileira devido à falta de cuidados especiais que a família deixa de dar à criança e, não obstante, à falta de monitoramento para com a mesma. Esses atos mencionados só propiciam para que tragédias mortais aconteçam.
Outrossim, a precariedade no serviço de saneamento e tratamento de esgoto que os governos oferecem também contribuem para os falecimentos infantis. Como consequência dessa irresponsabilidade, surgem as epidemias de doenças, sendo as mais nocivas: a febre amarela, cólera e a diarreia. Ademais, quando a pessoa de até nove anos contrai umas dessas enfermidades, a chance dela se recuperar é muito rasteira.
Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para se combater o impasse. O Governo Federal deverá subsidiar propagandas nas peças midiáticas nacionais de impacto (como a TV Globo, TV Record e Facebook) afim de conscientizar a todos sobre os cuidados que se deve ter com quem ainda esta na fase infantil. Além disso, o Governo Federal terá também de repassar maiores quantias de verbas para os Estados Nacionais (e estes repassarão aos seus municípios) para que as gestões governamentais possam ampliar seus recursos no combate aos obstáculos dos serviços de saneamento básico. Destarte, certamente, teremos uma população apta a proteger nossas crianças.
Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde