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A banalização do coaching

  Segundo Bauman, as redes sociais atuam como armadilhas contemporâneas. Por isso, hodiernamente é comum que essas ferramentas fomentem o imediatismo, visto que os usuários se acostumam ao fácil acesso. Assim existem pessoas que se aproveitam desse fato e buscam benefícios com isso. Ou seja, tentam explorar os que precisam de orientação.


  Inicialmente, é importante destacar que de maneira análoga agiam os sofistas na Grécia Antiga, já que eles colocavam o lucro como prioridade, ao invés do ensino. Entretanto, atualmente existe a apropriação de termos científicos como o estudo quântico. Com isso, é conferida uma credibilidade equivocada a esse ato. É, pois, inaceitável que não haja garantia de punição para os manipuladores.


  É indubitável que nem todo coaching é um golpista, pois existem os que possuem capacitação para tal. O grande problema é a banalização desse título, já que devido à internet existe a possibilidade de usar-se uma plataforma qualquer e agir como um profissional.


 Destarte, fica evidente a problemática gerada pelo uso leviano do termo coaching. Portanto, torna-se urgente a intervenção do poder legislativo, mediante a criação de um estatuto que regularmente essa profissão. Além disso, cabe também à mídia, através de campanhas, incentivar a população a denunciar os charlatões. Desse modo, será possível filtrar os que estão aptos para trabalhar com isso, excluindo os fraudadores.

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